Melhore o Desempenho e Reduza o Custo de suas Operações Portuárias

O sistema LPS utiliza uma interface moderna, baseada em tecnologias de Business Intelligence, para apresentar aos operadores portuários um retrato de sua operação ao longo do tempo, dando suporte à tomada de decisão e otimização dos diversos aspectos que compõem cada realidade portuária.

A interface permite a visualização simples e imediata de inúmeras informações derivadas dos dados armazenados, tais como estatísticas de duração das manobras, ocupação dos berços, volume de carga carregada ou descarregada por atracação, divergências em relação aos regulamentos vigentes no porto, e muito mais, conforme demanda do cliente.

Além da visualização interativa em tempo real o sistema possibilita também a geração automática de relatórios gerenciais periódicos customizados, os quais permitem acompanhar a evolução no tempo dos parâmetros monitorados, facilitando o controle e planejamento da operação.

Acesse o site http://www.oceanicabr.com/localportsystem/

XBUOY promove redução de custos e melhoria da segurança para navegação e operações portuárias

A Oceânica e a Tegris, especializada em monitoramento de ativos, ambas do Grupo HBR, apresentam ao mercado o XBUOY, uma solução inovadora de monitoramento remoto de equipamentos de sinalização náutica que dispensa a necessidade de vistorias presenciais, reduzindo custos em até 50% para autoridades portuárias, marítimas e operadores portuários que dependem da integridade de boias e faroletes para garantir a segurança da navegação.

Com a instalação do sistema, uma boia convencional é transformada em uma XBOUY. Por meio da implementação de uma central de telemetria, informações de posição, funcionamento da lâmpada e situação do sistema elétrico das unidades de sinalização ficam disponíveis em ambiente de nuvem e podem ser acessados por celular ou computador em qualquer hora e lugar.

Através de funções de detecção e alerta, o operador é prontamente avisado por email ou SMS caso ocorra um desgarre, pane elétrica ou até mesmo uma colisão causada por embarcação. Como o sistema permite uma visão em tempo real da condição dos equipamentos, é possível programar a manutenção preventiva e evitar as vistorias frequentes para avaliar o funcionamento dos ativos.

A instalação do sistema pode ser feita em qualquer boia de sinalização náutica, nova ou existente, e de forma rápida, em cerca de 60 minutos. “Trata-se de um sistema voltado para a redução de custo de operação e aumento da eficiência, o que se alinha com tempos de crise. E o modelo de contratação do serviço não contempla investimento inicial, ou seja, o cliente já começa a economizar nos custos de operação e manutenção.”, afirma Daniel Cueva, sócio diretor da Oceânica Engenharia.

Site: www.oceanicabr.com/xbuoy

Oceânica estuda viabilidade de novo terminal portuário no Maranhão

Entre os dias 31 de janeiro e 2 de fevereiro a Oceânica realizou, em seu Centro de Simulação NAUTILUS, simulações em tempo real de operações náuticas no futuro Terminal de São Luís, o qual será implantado na Baía de São Marcos, no Maranhão, pela WPR São Luís Gestão de Portos e Terminais.

As simulações estudaram a viabilidade das manobras necessárias à operação normal dos vários berços do terminal, verificando a adequação do arranjo proposto e dos espaços disponíveis para manobra aos navios que irão operar no novo porto, sempre levando em conta a influência das condições de marés e correntes bastante particulares da Baía de São Marcos. Também foi estudado o impacto do novo empreendimento sobre a operação dos terminais já existentes na região e sobre o tráfego aquaviário a eles destinado.

As simulações contaram com a presença da Marinha do Brasil, da Praticagem local e de várias interfaces envolvidas no projeto do novo terminal. Com isso, criou-se no Centro NAUTILUS um ambiente de trabalho bastante produtivo, no qual todos os participantes puderam colaborar com o desenvolvimento do estudo, auxiliando as equipes da Oceânica e da WPR a identificar uma solução que atenderá às demandas de todos os envolvidos.

O estudo foi bem sucedido, demonstrando a viabilidade do novo projeto. O arranjo do terminal se mostrou adequado aos navios pretendidos e as janelas de operação necessárias podem ser compatibilizadas com o tráfego aquaviário já existente no local, sempre obedecendo aos normativos estabelecidos pela Autoridade Marítima.

CURSOS E TREINAMENTOS

Já são mais de 50 cursos e treinamentos dentro e fora do Brasil, com centenas de profissionais atendidos nos mais variados temas dentro das disciplinas de hidrodinâmica, arquitetura naval, estruturas, subsea, amarração, náutica, entre outras.

A Oceânica possui em suas facilidades o Centro de Simulação e Treinamento NAUTILUS, equipado com um simulador de navegação e manobras tipo full mission e um simulador secundário para rebocadores e pequenas embarcações, nos quais é possível conduzir diversos tipos de treinamentos para profissionais marítimos. Além dos simuladores, o Centro NAUTILUS conta ainda com sala de aula dotada de equipamento audiovisual completo e com capacidade para até 35 alunos.

Mais informações e contato em nosso site http://oceanicabr.com/pt/cursos/#1455

Oceânica lança um inovador sistema de gestão remota de ativos Náuticos e Portuários

Sistema XBUOY promove redução de custos e melhoria da segurança para navegação e operações portuárias.

A Oceânica e a Tegris, especializada em monitoramento de ativos, ambas do Grupo HBR, apresentam ao mercado o XBUOY, uma solução inovadora de monitoramento remoto de equipamentos de sinalização náutica que dispensa a necessidade de vistorias presenciais, reduzindo custos em até 50% para autoridades portuárias, marítimas e operadores portuários que dependem da integridade de boias e faroletes para garantir a segurança da navegação.

Com a instalação do sistema, uma boia convencional é transformada em uma XBOUY. Por meio da implementação de uma central de telemetria, informações de posição, funcionamento da lâmpada e situação do sistema elétrico das unidades de sinalização ficam disponíveis em ambiente de nuvem e podem ser acessados por celular ou computador em qualquer hora e lugar.

Através de funções de detecção e alerta, o operador é prontamente avisado por email ou SMS caso ocorra um desgarre, pane elétrica ou até mesmo uma colisão causada por embarcação. Como o sistema permite uma visão em tempo real da condição dos equipamentos, é possível programar a manutenção preventiva e evitar as vistorias frequentes para avaliar o funcionamento dos ativos.

A instalação do sistema pode ser feita em qualquer boia de sinalização náutica, nova ou existente, e de forma rápida, em cerca de 60 minutos. “Trata-se de um sistema voltado para a redução de custo de operação e aumento da eficiência, o que se alinha com tempos de crise. E o modelo de contratação do serviço não contempla investimento inicial, ou seja, o cliente já começa a economizar nos custos de operação e manutenção.”, afirma Daniel Cueva, sócio diretor da Oceânica Engenharia.

Sobre a Oceânica

A Oceânica, Consultoria e Projetos Ltda. é uma empresa independente, especializada em engenharia naval e oceânica, desde a elaboração de cálculos tradicionais até serviços de alta tecnologia. É uma empresa brasileira com presença internacional e com clientes já consolidados em diversos países. A Oceânica faz parte do grupo HBR Holding Brasil, presente há 30 anos no mercado de equipamentos offshore e industriais.

Mais informações em http://oceanicabr.com/xbuoy

Oceânica e Marin realizam treinamento para equipe da Chevron

Entre os dias 8 e 12 de agosto a Oceânica realizou treinamento para a equipe de Mooring Masters da Chevron envolvida no projeto FPSO Frade. O treinamento, desenvolvido em conjunto pela Chevron, Marin e Oceânica, consistiu numa parte teórica, dedicada ao estudo de técnicas avançadas de manobra e controle de navios, e numa parte prática, dedicada à aplicação dessas técnicas à realidade operacional vivida pelos participantes do curso em sua rotina de trabalho.

A função principal de um Mooring Master é orientar a manobra de aproximação de um navio tanque aliviador até um navio-plataforma (FPSO) ou outro tipo de estrutura offshore, acompanhar o procedimento de conexão entre os dois e controlar a posição relativa do navio aliviador durante todo o tempo em que este permanecer conectado. Trata-se de um trabalho de grande responsabilidade, devido aos riscos à vida humana e aos grandes danos potenciais ao meio ambiente e ao patrimônio em caso de um acidente, o que ressalta a importância de elaborar e realizar treinamentos de alta qualidade para este tipo de profissional marítimo.

Todo o curso foi realizado no Centro Náutico NAUTILUS, localizado nas dependências da Oceânica em São Paulo. O mesmo curso já foi ministrado anteriormente pelo Marin e pela Chevron nos Estados Unidos e na Europa, mostrando que é possível realizar no Brasil treinamentos e projetos de simulação que antes necessitavam ser realizados no exterior.

Os exercícios da parte prática foram realizados no simulador de manobras principal, no qual foram reproduzidos o FPSO Frade, navios aliviadores Aframax, Suezmax e VLCC, e um rebocador oceânico tipo AHTS, além das condições ambientais anuais, decenais e centenárias que ocorrem na área do FPSO Frade. Os participantes do curso foram instruídos e avaliados na execução de operações sob condições ambientais normais e críticas e na resposta a diversas emergências, realizando simulações das manobras de aproximação do navio aliviador ao FPSO, conexão dos mangotes de transferência de carga e controle de posição do navio aliviador quando conectado ao FPSO.

A semana de treinamento foi muito bem-sucedida e marcou a primeira cooperação entre a Oceânica e a Chevron na área de operações náuticas.

FPSO Integration

We are glad to inform that during the last July, two massive Brazilian FPSO projects achieved an important milestone. The P-74 and P-76 hulls left the Inhauma yard and were towed to each integration site for the final phase of the projects.

Since the beginning of the Cessão Onerosa (P-74, P-75, P-76 e P-77) and Replicantes (P-66, P-67, P-68, P-69, P-70, P-71) FPSOs, OCEÂNICA has performed several engineering and field activities for these units, such as:

  • Stability analyses and booklets
  • Topside modules load-out engineering and coordination
  • Rigging plans and coordination
  • Weight control and modules weighing
  • Vessel ballasting plans and coordination
  • Motion analyses
  • Tow masters and marine personnel
  • Structural analyses for topsides, hull and auxiliary systems;
  • Towing plans, procedures and simulation for all maneuvers from hull conversion yard to integration sites*
  • Mooring plans, procedures and supervision, among others.

Congratulations to all teams involved on these projects!

*see more at http://oceanicabr.com/pt/2016/05/simulacao-de-reboque-do-casco-da-p-76/

8th FORUM COPEDI – SLIM JIP

On July 1st took place the eighth edition of COPEDI – Comitê Offshore para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. COPEDI has the intention to be a forum for discussion of issues relating to the offshore industry, formatting solutions, which engage the various companies on the production chain. Oceânica is part of the event since its first edition, and this year presented some promising preliminary results for a JIP called SLIM, which aims to evaluate alternatives to reduce FPSO topside weight.

Since its origin, Oceânica has a strong presence in R&D. At the time, Oceânica is involved in FINEP projects for monitoring ports and vessels, and other JIPs such as the Operations Engineering, consisting in the integration between engineering calculations and real time simulations for offshore operations.

For more information, please contact:

Afonso Cabrera – acabrera@oceanicabr.com

Marcos Cueva – mcueva@oceanicabr.com

OCEÂNICA PLANEJA ABRIR ESCRITÓRIO EM SINGAPURA PARA ATENDER MERCADO ASIÁTICO

Marcos Cueva

A internacionalização está sendo a estratégia de negócios adotada pela empresa Oceânica como alternativa ao cenário de poucos negócios no Brasil. Neste sentido, o novo passo da companhia será a abertura de um escritório em Singapura, de olho na demanda do mercado asiático. Segundo o diretor da Oceânica, Marcos Cueva, o projeto terá a parte comercial definida até o meio deste ano. A empresa também avalia a possibilidade de abrir uma filial nos Estados Unidos e ainda analisa como entrar em outros mercados atrativos, como México e África. O Brasil, contudo, continua como uma das prioridades nos planos da empresa para os próximos anos. “A gente espera poder participar dos projetos dos FPSOs de Libra e de Sépia“, comentou o executivo.

Quais são os principais projetos da Oceânica atualmente?

A Oceânica faz parte, já há alguns anos, de uma holding – a HBR -, que possui outras três empresas: a Tegris, a Ener e a própria HBR. A Tegris é de monitoramento e telemetria; a HBR é uma empacotadora de equipamentos, a maioria rotativos; a Oceânica é de engenharia naval; e a Ener é voltada a energias renováveis. Falando sobre a Oceânica e a HBR, especificamente, as duas estão sofrendo, que nem todo mundo, com a crise. Mas elas têm uma carteira que foi construída num período anterior que está segurando a situação.

Pode detalhá-la?

Na Oceânica, estamos envolvidos com a P-66 e a P-69, na parte de engenharia; com a P-67 e a P-70, na parte de engenharia naval e de trabalhos de campo. Na P-68 e na P-70, como estão mais atrasadas, temos ainda essa parte de engenharia. Para os replicantes, fizemos bastante coisa de engenharia e top side estrutural na P-74. Já a P-76, da Techint, estamos em discussão de alguns projetos. Na P-75 e P-77, nós estamos na parte de equipamentos.

Já em relação à HBR, todas essas unidades que eu citei têm compressores de ar da empresa. As replicantes têm compressores de ar da HBR. Todas as sessões onerosas têm unidades de recuperação de vapor montadas na HBR. Então, é esta carteira que está rodando até hoje que dá o fôlego para a gente passar por esta crise.

Como vocês estão planejando enfrentar este novo momento?

As empresas não são totalmente dependentes deste mercado de óleo e gás. A HBR veio do segmento industrial – ela tem o aluguel de máquinas e serviços de manutenção para a área de indústria em geral. A Oceânica tem a área de portos e terminais, que está num momento interessante.

E qual a atuação da Oceânica neste setor?

Nós trabalhamos com simuladores de navios, para que, na hora de projetar um porto, a empresa possa antecipar como será a entrada e a saída de embarcações, garantindo que a operação é segura. Além disso, a empresa tem produtos de monitoramento de tráfego, monitoramento de boia e estudo de canal. Temos uma lista grande de apoio à decisão em portos. Hoje em dia, nós temos focado na redução de custos operacionais relativos às manobras de operações portuárias. Então, isso que ajuda a movimentar a empresa enquanto este mercado de óleo e gás está patinando.

Qual a sua perspectiva, a curto e médio prazo, para a área naval e de óleo e gás, principalmente?

Na área de óleo e gás brasileira, a gente espera poder participar dos projetos dos FPSOs de Libra e de Sépia. Nós também estamos trabalhando bastante, desde o início do ano passado, numa campanha pesada de exportação. Um dos nossos executivos voltou recentemente de uma campanha na China, em Singapura e na Malásia. Estamos planejando implantar um escritório de vendas nessa região. Provavelmente será em Singapura. Até o meio do ano, já devemos ter a parte comercial estabelecida para começar. Para os Estados Unidos, ainda estamos pensando no que fazer. Atuar comercialmente ou estabelecer o escritório e uma companhia em território americano, principalmente para a venda de equipamentos.

Quais os principais produtos que a HBR e a Oceânica pretendem oferecer para a Ásia?

Para a Ocêanica, vamos focar na parte de consultoria. Já para a HBR, vamos oferecer os principais produtos da empresa, como os skids de ar comprimido e geradores de nitrogênio. É uma linha grande de produtos, com até 15 itens. Mas estes dois serão os carros-chefe. Hoje, você compra equipamentos-padrão nas grandes indústrias, mas prepará-los para a indústria de óleo e gás é algo interessante. A HBR ganhou o contrato desses skids de ar das 12 replicantes. Então, o plano do governo de fazer as empresas brasileiras ganharem competitividade nas replicantes e nos FPSOs, pelo menos no nosso caso, nos beneficiou. Hoje a gente já produz a um custo competitivo, em nível internacional. A gente também está discutindo como vender para mercados como México, África e Oriente Médio. Não importa se onshore ou offshore. Estamos apostando nisso no futuro.


Simulação de reboque do casco da P-76

A Oceânica concluiu recentemente as simulações em tempo real da operação de saída sob reboque do casco do FPSO P-76 desde o cais do Estaleiro Inhaúma, no Caju (RJ), até o canal de navegação principal da Baía de Guanabara, incluindo a passagem do conjunto casco-rebocadores sob o vão central da Ponte Rio-Niterói.
Este tipo de operação é atípica, devido à baixa frequência com que ocorre na realidade, e apresenta alguns desafios específicos. Os mais importantes, neste caso, são as baixas profundidades nos arredores do Estaleiro Inhaúma, a proximidade da Ponte Rio-Niterói e das embarcações fundeadas na Baía de Guanabara ao longo da navegação e a passagem do navio sob a ponte sem governo próprio (conduzido apenas pelos rebocadores). Não obstantes essas dificuldades, as simulações evidenciaram que é viável conduzir a operação pretendida, desde que sejam obedecidos os limites seguros de velocidade para as correntes e ventos durante todo o decorrer da manobra, que durará várias horas. Foi ainda definido o plano de reboque a ser empregado no momento da operação real.
A campanha de simulações ocorreu no Centro Náutico NAUTILUS, localizado na sede da Oceânica em São Paulo, nos dias 25 e 26 de fevereiro. Todas as manobras simuladas foram conduzidas pela Praticagem do Rio de Janeiro, tendo participado também representantes da Enseada Indústria Naval, contratante do projeto.
Esta foi a terceira simulação em tempo real de operações de reboque de FPSO realizada pela Oceânica nos últimos 18 meses, tendo sido precedida pelos estudos de desatracação do FPSO Cidade de Saquarema do cais do estaleiro Mauá, em Niterói (RJ), e de atracação do casco do FPSO P-74 no cais do estaleiro EBR, em Rio Grande (RS).