Oceânica lança sistema de gestão remota de ativos Náuticos e Portuários

Sistema XBUOY promove redução de custos e melhoria da segurança para navegação e operações portuárias.

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Simulação de reboque do casco da P-76

A Oceânica concluiu recentemente as simulações em tempo real da operação de saída sob reboque do casco do FPSO P-76 desde o cais do Estaleiro Inhaúma, no Caju (RJ), até o canal de navegação principal da Baía de Guanabara, incluindo a passagem do conjunto casco-rebocadores sob o vão central da Ponte Rio-Niterói. Este tipo de operação é atípica, devido à baixa frequência com que ocorre na realidade, e apresenta alguns desafios específicos. Os mais importantes, neste caso, são as baixas profundidades nos arredores do Estaleiro Inhaúma, a proximidade da Ponte Rio-Niterói e das embarcações fundeadas na Baía de Guanabara ao longo da navegação e a passagem do navio sob a ponte sem governo próprio (conduzido apenas pelos rebocadores). Não obstantes essas dificuldades, as simulações evidenciaram que é viável conduzir a operação pretendida, desde que sejam obedecidos os limites seguros de velocidade para as correntes e ventos durante todo o decorrer da manobra, que durará várias horas. Foi ainda definido o plano de reboque a ser empregado no momento da operação real. A campanha de simulações ocorreu no Centro Náutico NAUTILUS, localizado na sede da Oceânica em São Paulo, nos dias 25 e 26 de fevereiro. Todas as manobras simuladas foram conduzidas pela Praticagem do Rio de Janeiro, tendo participado também representantes da Enseada Indústria Naval, contratante do projeto. Esta foi a terceira simulação em tempo real de operações de reboque de FPSO realizada pela Oceânica nos últimos 18 meses, tendo sido precedida pelos estudos de desatracação do FPSO Cidade de Saquarema do cais do estaleiro Mauá, em Niterói (RJ), e de atracação do casco do FPSO P-74 no cais do estaleiro EBR, em Rio Grande (RS).

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